"O Brasileiro é antes de tudo um hacker" DE ANDRADE, Oswald

MANIFESTO DO ANTROPÓFAGO CONECTADO

Só a antropofagia em rede nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente.

A Internet é uma Lei Global do Mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz. De todas as diferenças.


Hacker, or not hacker that is the question.


Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos.

Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago. Lei Geral de Proteção de Dados

Estamos fatigados de todas as redes sociais suspeitosas postas em drama. Zuck acabou com o enigma publicitário e com outros sustos da psicologia online.

O que atropelava a verdade era a informação, o impermeável entre o mundo interior e o mundo exterior. A reação contra o homem privado. O cinema americano nunca informará.

Filhos do sol, mãe dos viventes. Encontrados e amados ferozmente, com toda a hipocrisia da saudade, pelos imigrados, pelos traficados e pelos touristes. No país da Banda Larga.

Foi porque nunca tivemos gramáticas, nem coleções de velhos vegetais. E nunca soubemos o que era urbano, suburbano, fronteiriço e continental. Preguiçosos no mapa-múndi do Brasil.

Uma consciência participante, uma rítmica religiosa.

Contra todos os importadores de consciência enlatada. A existência palpável da vida. E a mentalidade pré-lógica para o Sr. Alan Turing estudar.

Queremos a Revolução Caraíba. Maior que a revolução Francesa. A unificação de todas as revoltas eficazes na direção das pessoas. Sem nós a Europa não teria sequer a sua pobre declaração dos direitos do homem, quem dirá um Marco Civil da Internet.



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